quinta-feira, 16 de julho de 2009

NOSSA SAÚDE


O MUNDO EM ALERTA, GRIPE SUÍNA PREOCUPA À TODOS

Gripe suína: entenda como tudo começou


A gripe suína ameaça se alastrar pelo mundo, num devastador efeito dominó, e deixa em alerta autoridades sanitárias de vários países, além da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas (ONU), que vislumbram o risco de uma nova pandemia internacional. O mal teve início no México, onde em 27 de abril havia suspeita de pelo menos 149 mortes, e em poucos dias atingia os Estados Unidos, o Canadá, a Espanha e a Grã-Bretanha. Entenda o que é a febre e como surgiu.

1. O que é a gripe suína?

A gripe suína é uma doença respiratória aguda dos porcos, que pode ser transmitida para criadores e tem capacidade de se propagar rapidamente. A epidemia teve início no México e, em poucos dias, já atingia os Estados Unidos, o Canadá, a Espanha e a Grã-Bretanha.


2. Quais os sintomas?

Os sintomas da gripe suína são similares aos da gripe comum, porém, mais agudos. Segundo o Ministério da Saúde, é comum o paciente apresentar uma febre repentina acima de 38 graus, acompanhada de problemas como tosse, dor de cabeça, dor nos músculos e nas articulações e dificuldade na respiração. Os sintomas podem ter início no período de três a sete dias após contato com o influenza A (H1N1).


3. Qual é o agente causador da doença?

O vírus da gripe suína é o influenza A (H1N1), novo subtipo do vírus da influenza, o causador da gripe. O subtipo se formou dentro do organismo suíno. Isso porque, assim como no ser humano, os vírus da gripe sofrem mutação contínua no porco, um animal que possui, nas vias respiratórias, receptores sensíveis aos vírus da influenza suínos, humanos e aviários. O organismo do porco funciona como um tubo de ensaio, combinando vírus e favorecendo o aparecimento de novos tipos. Esses vírus híbridos podem provocar o surgimento de um novo tipo de gripe, tão agressivo como o da gripe aviária e tão transmissível quanto o da gripe humana. Ainda uma novidade para o sistema imunológico humano, esse vírus poderia desencadear uma pandemia de gripe.


4. Quais são as formas de contágio?

A gripe de origem suína não é contraída pela ingestão de carne de porco, mas por via aérea, de pessoa para pessoa, principalmente por meio de tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas, e em locais fechados. Isso porque, de acordo com os Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), a temperatura de cozimento (71º Celsius) destrói os vírus e as bactérias presentes na carne de gado suíno.


5. A doença gripe suína tem cura?

Sim. Há um medicamento antiviral, o Tamiflu - que contém oseltamivir, substância já usada contra a gripe aviária. Indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ele está disponível na rede pública para ser usado apenas por recomendação médica, a partir de um protocolo definido pelo Ministério da Saúde. O remédio só faz efeito se for tomado até 48 horas a partir do início dos sintomas. O Ministério da Saúde está controlando o remédio - cujo estoque afirma ser suficiente para o país - para evitar a automedicação. De acordo com o ministério, a prática levaria ao mascaramento de sintomas, ao retardamento do diagnóstico e até à vitória do vírus.


6. Existe vacina contra o mal?

Só para porcos. Para o ser humano, não existe vacina contra esse novo subtipo de vírus da influenza. Segundo a OMS, autoridades de saúde dos Estados Unidos tomaram os primeiros passos para iniciar a produção de uma vacina contra o vírus, mas não há previsão para o desenvolvimento dela. A vacina contra a gripe humana não protege contra o mal causado pelos porcos.


7. Há medidas preventivas que possam ser tomadas no dia-a-dia?

O Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Inbravisa) está repassando aos que o procuram cinco recomendações dadas pelos Centros de Controle de Enfermidades (CDC, na sigla em inglês), dos Estados Unidos. São elas: 1) evitar contato direto com pessoas gripadas; 2) ficar em casa se estiver em período de transmissão da doença (até cinco dias após o início dos sintomas); 3) cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel ao tossir ou espirrar; 4) lavar as mãos frequentemente (principalmente antes de comer ou de tocar os olhos, nariz ou boca e depois de tossir, de espirrar e de usar o banheiro); 5) usar máscara cirúrgica em locais de grande concentração de pessoas, como aeroportos, ruas movimentadas e shopping centers. As autoridades sanitárias americanas também orientam, como forma de aumentar a resistência do organismo, que as pessoas se vacinem contra a gripe comum, tenham no mínimo 8 horas de sono por dia, bebam líquidos em abundância, consumam alimentos nutritivos e pratiquem exercícios físicos. De acordo com a Inbravisa, as dicas do CDC devem ser seguidas pelos brasileiros. A elas, o Ministério da Saúde recomenda que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, o que ajuda a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias e que se evite tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies.


8. Quais as recomendações do Ministério da Saúde a viajantes internacionais?

Aos passageiros que deixam o Brasil com destino a países afetados pela epidemia, o Ministério da Saúde recomenda evitar locais com aglomeração de pessoas e contato direto com pessoas doentes, assim como evitar tocar olhos, nariz ou boca, cobrir o nariz e a boca com um lenço descartável ao tossir ou espirrar, lavar as mãos freqüentemente e não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal. Também é recomendado levar na mala máscaras cirúrgicas descartáveis, seguir com rigor as instruções das autoridades sanitárias locais, não usar medicamentos sem orientação médica e procurar assistência médica, informando história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes, em caso de adoecimento. Aos viajantes que voltam ao país e apresentarem sintomas da doença até 10 dias após saírem de áreas afetadas, a orientação é para procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima e informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.


9. A internet oferece fontes seguras de informação sobre o assunto?

Sim. No Brasil, o Ministério da Saúde está disponibilizando informações em seu site. Em nível global, são também fontes confiáveis os sites da OMS (em inglês, com opções de espanhol e francês), da Organização Panamericana de Saúde (Opas, em inglês e espanhol) e dos Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês, idioma do site).


GRIPE SUÍNA FAZ QUASE 60 MIL VÍTIMAS NO MUNDO

por Paula Laboissière (Agência Brasil)
26/06/2009


Já foram registrados em 112 países, com 263 mortes
O último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que 59.814 casos de influenza A (H1N1) - gripe suína - já foram registrados em 112 países, com 263 mortes.
Foram confirmados quase 4 mil novos casos desde a última quarta-feira (24), quando havia 55.867 ocorrências. O maior número de pessoas infectadas foi registrado nos Estados Unidos (21.449), seguido por México (8.279), Canadá (6.732), Chile (5.186) e Reino Unido (3.597).
No Brasil, o Ministério da Saúde registrou 53 novos casos de gripe suína - 452 no total. Os estados mais afetados são: São Paulo (217), Minas Gerais (59) e Rio de Janeiro (48).
Foi mantida a recomendação para que as pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença (crianças menores de 2 anos, idosos, gestantes, pacientes com quadro de imunodepressão, diabéticos, cardiopatas, pneumopatas e renais crônicos) adiem, se possível, as viagens para países onde o vírus Influenza H1N1 já apresenta transmissão sustentada, ou seja, com a evidência de transmissão do vírus de pessoa a pessoa
no próprio país.



COMO SE PREVENIR DA GRIPE SUÍNA EM VIAGENS E LOCAIS DE RISCOS


Um conselho básico para quem deseja se prevenir da doença é evitar viagens a destinos em que já foram detectados casos de pessoas contaminadas pela gripe suína. Mas às vezes não há escolha: o deslocamento é obrigatório. Nessa situação, o infectologista e professor de Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Paulo Olzon, dá algumas dicas.
Se uma pessoa precisa viajar a países como México e Estados Unidos, onde cresce o número de pessoas contaminadas, a primeira medida é procurar saber se a cidade-destino registra casos da doença. "Em capitais, onde o risco é maior, a rotina de viagem deve ser diferente. Toda aglomeração precisa ser evitada, como usar meios de transporte coletivos, ir a shows ou visitar museus. O ideal é se manter o mais isolado possível", diz Olzon.
De acordo com o infectologista, não há vacina ou tratamento para a doença, e a eficiência de máscaras cirúrgicas não é comprovada. "Todos estão usando máscaras como se fosse a salvação. Mas não é bem assim. Como o vírus se transmite pelo ar, a proteção é relativa". Ele alerta que, ao ser detectado algum sintoma da doença fora do Brasil, a pessoa deve procurar imediatamente os serviços de saúde locais. Caso note os sinais apenas ao retornar, deve-se recorrer rapidamente aos serviços de referência, como o Hospital Emílio Ribas, em São Paulo.
Para Paulo Olzon, uma medida urgente a ser tomada pelas autoridades é o monitoramento das pessoas que vão ou chegam de lugares de risco. "Deve haver um controle ativo para evitar que a epidemia se espalhe pelo planeta. Em 1918, a gripe espanhola demorou três anos para atingir o mundo todo; em 1957, a gripe asiática virou pandemia em 10 meses. Mas, agora, com a rapidez permitida pelo transporte aéreo, a velocidade com que as doenças se alastram é ainda maior, mesmo com mais recursos para tratá-las."
Recomendações do Ministério da Saúde
Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas:- Evitar locais com aglomeração de pessoas;- Evitar o contato direto com pessoas doentes;- Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável;- Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar;- Evitar tocar olhos, nariz ou boca;- Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;- Usar máscaras cirúrgicas descartáveis durante toda a permanência em áreas afetadas e substituí-las sempre que necessário;- Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes às áreas afetadas. – Não usar medicamentos sem orientação médica.

Fonte:( Revista VEJA – Brasil)


A CONTRIBUIÇÃO DO PROJETO ÁGUAS E VIDAS

Aos governos e autoridades, responsáveis pelos setores da saúde pública, o Projeto Águas e vidas, sugere uma divulgação mais abrangente à respeito do vírus da gripe suína, para que informações mais claras, mais detalhadas, possam chegar à todos os setores de todas as comunidades.

O uso de peças publicitárias será de grande eficácia em escolas, teatros, cinemas, estádios de futebol,ginásios de esportes e grandes eventos, torna-se um fator bastante contribuitivo e importantíssimo para um maior esclerecimento à população.

Por ser um vírus de fácil e rápida contaminação, a ideia sugestiva do projeto Águas e Vidas, é que a atenção e os cuidados sejam redobrados em todos os aspéctos, e em todos os setores. Nos simpósios, nas reuniões das grandes empresas, sugerimos aos participantes, o uso de um guardanapo sobre o copo d`água, pois o mesmo, fica vulneravelmente desguarnecido sobre a mesa, exposto às gotículas da saliva, expelidas pela boca dos palestrantes; o que o torna um vetor para a propagação do vírus.

Ao espirrar, procure sempre usar um lênço descartável sobre a boca, para evitar que as imperceptíveis gotas de saliva se espalhem pelo ambiente.

Evite compartilhar bebidas no mesmo copo e outros utensílios. Evite também passar a mão no rosto e principalmente na boca e nos olhos; são pertes susceptíveis à entrada do vírus.

É importantíssimo que as Companhias Ferroviárias e Metroviárias, por ser um ambiente mais fechado e de grande aglomeração, distribuam aos seus usuários, máscaras descartáveis.

O metrô de São Paulo-Brasil, em horários de rusch, chega a transportar 9,1 passageiros por metro quadrado. as pessoas ficam tão próximas e tão espremidas, que as suas respirações ficam praticamente boca-a-boca. Em tal situação, existindo uma pessoa portadora de um vírus contagioso como o da febre suína, a contaminação é inevitável! - Porisso, a necessidade do uso da máscara.

Sugerimos também, a instalação de pia-lavatórios (lavamanos), nas principais entradas e saídas das estações de metrô, terminais ferroviários,rodoviários, portos marítimos e saguões dos aeroportos; principalmente nas regiões em que a presença do vírus for mais acentuada; e que o Tamiflu, usado no combate ao vírus H1N1, causador da gripe suína, não seja comercializado em farmácias, mas, que a sua distribuição, seja unicamente de responsabilidade dos governos e das autoridades responsáveis pelos setores de saúde pública.


NÃO HÁ MOTIVOS PARA PÂNICO

O que temos que fazer, é informar, orientar e preparar a sociedade, para que haja mais precaução e que todos se conscientizem da nossa susceptibilidade para contrair o vírus da gripe suína. Desta forma, podemos nos mobilizar e tomar as devidas providências, no sentido de se evitar a sua propagação.


Solicito a solidariedade de todos; faça você também uma ação humanitária.
Patrocine este blog, divulgue o nosso trabalho junto aos seus amigos e suas comunidades. Desta forma, você estará contribuindo para o desenvolvimento humano e social.
Um grande abraço à todos.

Zezé Dias.
E-mail: aguasevidas@gmail.com


2 comentários:

Sandro disse...

O site Aguas e vidas virou site

aguasglomeevidas.yollasite.com

Sandro disse...

tudo errado, deleta

aguasevidas.yolasite.com

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